Desde 1/06/2012 que passa a ser obrigatória a prescrição por princípio activo nas receitas médicas, deixando assim para os utentes a responsabilidade da escolha de marca ou genérico (http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2564169).
Aparentemente esta medida é bastante interessante, mas deve-se ter atenção porque já existem genéricos mais caros que o medicamento de marca (possivelmente a industria farmacêutica a "adaptar-se" a esta medida).
Desta forma, o objectivo de poupança do estado nas comparticipações cai por terra e a medida governamental torna-se inócua, se não nos desprendermos do mito que os medicamentos genéricos são mais baratos.
Já me habituei! Em vez de pedir o genérico peço o mais barato! Um pouco triste, não é?
Aparentemente esta medida é bastante interessante, mas deve-se ter atenção porque já existem genéricos mais caros que o medicamento de marca (possivelmente a industria farmacêutica a "adaptar-se" a esta medida).
Desta forma, o objectivo de poupança do estado nas comparticipações cai por terra e a medida governamental torna-se inócua, se não nos desprendermos do mito que os medicamentos genéricos são mais baratos.
Já me habituei! Em vez de pedir o genérico peço o mais barato! Um pouco triste, não é?

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